Sunday, August 27, 2006

E lá se foi mais uma semaninha das nossas. Uma pequena lua-de-mel pela Ericeira com vista a esquecer o que se passa na capital. E passou a correr.
Ainda agora me deixaste em casa e já não estou a saber suportar as saudades , afinal nunca estivemos mais de um dia separados e vamos estar uma semana.
Sim, eu sei que parece uma loucura mas nós somos mesmo assim, colados com mel.
E amei-te nestes dias. Amei-te quando me mostraste a paisagem, amei-te nos mergulhos salgados, amei-te todas as noites e todas as manhãs, amei-te quando adoraste os meus presentes de anos. Amei-te.
E amo-te cada vez mais.


Estou sem (grandes) palavras

Sunday, July 23, 2006

My house is a broken home

Pai, és traumatizado.
Foges desses traumas pelos quais Ela sempre te apoiou e contra os quais nada conseguiram.
Descarregaste essa furstração na tua família, aquela para a qual sempre correste e voltaste quando não te abriram outra porta.
E foram tantos anos assim.
Traição, mentiras, ausência, independência.
Criaste a tua vida, com todas as tuas necessidades de adolescente.
Vives ao sabor do vento e nem evitas frases que A possam magoar.
Sem razão nenhuma.
Roubas e foges. Roubas os teus próprios filhos, pensando que eles nunca irão saber.
Telefonas, envias mensagens escritas e pedes subtilmente que te visitem. E esperas sentado, vendo as horas a passar.

Nunca soube o que era uma separação entre os pais nem tão pouco o que custava aos filhos.
Foi numa manhã de Verão, a uma semana dos trinta e seis anos de casamento.
Ele acorda e despede-se.
Parte para outra, rodeando-se de hipocrisias e cinismos.
Egoísta, frio e distante.

Espero ter forças para ajuda-la, para mostrar que em frente é o caminho.

Ama-me sempre assim


Já não sei o que é um dia sem ti.
Amo-te por tudo.
Por me amares,
por seres quem és,
por seres bonito e charmoso
Por ter imenso orgulho em ti.
Por todas as vezes que disseste que me amavas depois de ouvires dois berros.
Pelo apoio incondicional que me estás a dar numa fase tão dificil.
Pelo teu toque
Pelo teu abraço quente
Pela tua voz familiar.
Por estarmos sempre juntos
Por sermos dois num só
Por todas as vezes que te quis e ainda não te tinha.

Tudo começou há anos.
Ao princípio passaste-me ao lado, mas depressa passei a desejar-te.
Estávamos os dois na mesma escola, cruzando-nos e trocando olhares sem sabermos o nome do outro.
Mas depressa os soubemos e soubemos também episódios da vida um do outro. Comecei a fixar o teu olhar. Eras tímido e misterioso.O teu cabelo era bonito e despenteado. Vestias-te bem e tinhas uma boa postura.
E estavas sempre a olhar para mim(e eu passei a corresponder-te!).
De repente estávamos na mesma viagem, inseridos no mesmo grupo e agora sozinhos num quarto de hotel.
Nessa noite desejei-te como hoje te desejo e a partir desse momento soube que sempre nos desejámos.
Confessámos aos poucos o que sempre sentimos, este estranho desejo que unia dois olhares e duas almas. Sem alguma vez termos trocado uma única palavra.

Fomos feitos um para o outro e sei-o cada vez melhor.
Quando me pediste em namoro, prometeste-me o casamento. Deste-me a tua eternidade e eu prometi que seria sempre tua.
Entreguei-me como nunca julguei possível alguem entregar-se e recebi o Mundo em troca. O teu Mundo, o meu Mundo.
O nosso Mundo.
O amor que sinto por ti não tem limites e supera tudo. É incondicional e indestrutível.
Amo-te perdidamente.

Monday, April 10, 2006

*

Pois é, parece que apaguei tudo. Qualquer dia volto a postar, 'tou com aquela preguiça que me torna incapaz de escrever. Férias..